01 — Hub técnico · Cuiabá — MT
Tecnologiado concretoPortland.
Dosagem, controle tecnológico e gestão da qualidade. O hub de Olivio Fiorese Neto, engenheiro civil em Cuiabá — professor da UFMT e diretor técnico do Ibracon-MT.
02 — O que fazemos
Dosagem, controle tecnológico, consultoria e treinamentos.
Do traço ao controle, com o material da obra.
Dosagem de concreto
Estudo de traço para a consistência, a resistência e a durabilidade pedidas, com os materiais que a obra realmente tem.
Ver o escopo 02Controle tecnológico e gestão da qualidade
Acompanhamento do concreto na produção e no recebimento, com registro do que foi pedido e do que chegou.
Ver o escopo 03Consultoria e pareceres técnicos
Leitura de um problema de concreto: traço que não fecha, resultado que não bate, fissura, durabilidade ou especificação.
Ver o escopo 04Treinamentos
Aulas e oficinas para equipes de obra, laboratório e concretagem, no território da tecnologia do concreto.
Ver o escopo03 — O hub
A marca de quem trabalha o concreto.
Concreto.tec.br é a marca principal e o hub de negócios de Olivio Fiorese Neto. A tecnologia do concreto de cimento Portland — dosagem e gestão da qualidade — é o assunto.
04 — Caderno técnico
Notas curtas sobre durabilidade, materiais e obra. Os marcados como exemplo são a semente do caderno.
Leitura de quem dosaria o traço de novo.
Retração autógena: o concreto pode fissurar sem perder água
Em traço de relação água/cimento baixa, a hidratação seca a pasta por dentro. Essa retração independe da perda para o ambiente; a cura externa continua obrigatória, e Jensen e Hansen (2001) propõem cura interna com SAP.
Ler artigoCarbonatação: a vida útil não se garante só com o fck
O CO2 do ar reduz o pH do cobrimento até despassivar o aço. O modelo de Possan (2010) estima a frente e a vida útil com variáveis de obra, e a NBR 6118 deixa a especificação na classe de agressividade.
Ler artigoLC3: o gargalo está na caracterização da argila
O que é o LC3-50, por que a reatividade depende do teor de caulinita e o que medir antes de tratar a receita 50/30/15/5 como o cimento da obra.
Ler artigoSementes de C-S-H: acelerar o cimento de baixo clínquer além das 24 horas
Por que o cimento com menos clínquer ganha resistência devagar, como a semente de C-S-H muda a nucleação, o que a escória faz com a resistência tardia e por que o número de núcleos pesa mais do que a massa adicionada.
Ler artigoReação álcali-agregado: por que adições ricas em sílica seguram os álcalis
O que é a RAA, como sílica ativa, metacaulim, cinza volante e escória a mitigam pelo C-S-H de baixa relação Ca/Si, por que não existe teor universal e como a NBR 15577 manda provar a mitigação com o cimento e a adição da obra.
Ler artigo ExemploArgila na areia x aditivo PCE: por que o slump some
Areia com argila, sobretudo esmectita, sequestra o superplastificante de policarboxilato. O abatimento some, e compensar com água muda o concreto.
Ler artigo ExemploFormação de etringita tardia (DEF): o calor que vira fissura anos depois
Por que um pico de temperatura no concreto massa pode plantar etringita que só expande com o concreto já duro — e o que dosagem e controle térmico têm a ver com isso.
Ler artigoContato
Um problema de concreto pede leitura técnica, não chute de traço.
Fale com o hub por e-mail ou WhatsApp.
Ir para o contato